Violações mais comuns incluem incitação à violência, compartilhamento de materiais de abuso infantil e comércio de bens ilegais
O Telegram informou que 15,4 milhões de contas e grupos foram excluídos da plataforma ao longo de 2024. A empresa aumentou o trabalho de moderação após a prisão do seu fundador, Pavel Durov, na França, por compartilhar conteúdos ilegais na rede. O empresário de origem russa foi solto após pagar fiança, mas ainda pode enfrentar julgamento no país.
Por mês, foram removidos cerca de um milhão de canais que violavam diversas regras de uso da rede, incluindo casos de incitação à violência, compartilhamento de materiais de abuso infantil e comércio de bens ilegais.
O alcance foi possível graças aos sistemas de detecção automatizados criados em 2015 e ferramentas com tecnologia de inteligência artificial (IA) introduzidas neste ano no monitoramento da plataforma, segundo post divulgado no canal de Durov na plataforma;
“No entanto, muito desse trabalho permaneceu nos bastidores. O público não estava totalmente ciente da extensão de nossos esforços e os meios de comunicação dependiam de informações desatualizadas de partes de nosso site”, diz a publicação.
Por isso, o Telegram lançou uma aba para detalhar o trabalho de moderação para manter o “compromisso contínuo em manter o Telegram seguro”, segundo a empresa.
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